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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Toscana croata: conheça a Ístria, onde a Croácia mais se parece com a Itália.


Dica 4 da lista "O Melhor do Mundo 2012" - National Geographic.

ÍSTRIA, CROÁCIA


Puxe pela memória, e você se lembrará de que já ouviu falar da Ístria. Pouco provavelmente como destino turístico, mas como tema de aulas de História. A península, com 45km de costa no Mar Adriático, já pertenceu aos impérios Romano, Bizantino e Austro-Húngaro; fez parte do território italiano, pós-Primeira Guerra Mundial - tanto que seus habitantes são bilíngues e suas cidades têm nomes nos dois idiomas - e, eis o capítulo mais famoso estudado nas escolas, após a Segunda Guerra foi incorporada à antiga Iugoslávia, para, com o desmembramento do país, enfim virar Croácia. Mas esqueça o dever de casa, e vá estudar in loco paisagens, arquitetura e prazeres (como vinhos, azeites e trufas) da Toscana croata.Semelhanças não são coincidências


Cidades históricas muradas, estradas emolduradas por campos em que se plantam uvas e oliveiras, trattorias onde se bebe o vinho local e se comem massas tradicionais, à base de trufas (brancas e negras) encontradas na região e regadas com azeite artesanal de primeira, belas praias banhadas por águas cristalinas, propriedades rurais transformadas em charmosos pontos de agroturismo... Qualquer semelhança com a Toscana italiana não é mera coincidência: vizinha de frente da Itália, a península da Ístria até já fez parte de seu território. Não por acaso, sua população é bilíngue. Mas o sotaque croata está em cada detalhe.

Um bom ponto de partida para conhecer a península banhada pelo Mar Adriático é Rovinj/Rovigno, considerada a mais romântica cidade do Mediterrâneo - quando (ou se) você conseguir dar as costas para as paradisíacas praias como as do Hotel-ilha Istra, que ocupa toda a ilha de St. Andreas, a dez minutos de barco do porto. Com 2.289 hectares de área verde protegida, Rovinj tem 16 ilhas e ilhotas. Habitada desde a pré-História, foi conquistada pelos romanos em 177 a.C. e dominada pelos venezianos em 1283. Heranças desses períodos estão nos prédios históricos, no Arco de Barbi (erguido em 1638, em substituição ao principal portão de acesso à cidade murada) e nas ruelas que levam morro acima à Igreja de Santa Eufêmia, maior e mais importante monumento da cidade. O prédio, barroco em estilo veneziano, é dedicado à santa e mártir cujo sarcófago teria chegado à cidade pelo mar, no ano 800.


Outro programa interessante é conhecer a pequena Casa Batana, primeiro ecomuseu da Croácia, dedicado ao tradicional barco usado pelos pescadores locais. Fica numa casinha simples, do século XVII, antes ocupada por marinheiros, artesãos e trabalhadores.
E uma vez com o pé na estrada, um dos passeios imperdíveis é seguir em direção a Motovun/Montona, cidade medieval que fica 277 metros acima do nível do mar, é cercada por muros do século XIII, com seus portões góticos, e domina a paisagem do vale do Rio Mirna. Além de belezas como a torre da igreja de 1585, pode-se provar as trufas que fazem a fama da região, em restaurantes charmosos como o Mondo. Ou levá-las para casa (inteiras, lascas perfumando azeites ou como base de molhos) para serem usadas nas mais variadas receitas, compradas em lojas como a Zigante, que vende seus produtos para todo o país.

Nos arredores de Motovun está Livade, onde fica a pequena fábrica do azeite Ipsa (lê-se Ipchá), o primeiro produzido no país a ser incluído no guia italiano dos melhores do mundo (o "L'Extravergine"), em 2005 (e em 2006, 2007 e 2008). Numa simpática casa, Klaudio Ipsa - cuja família está à frente de uma cooperativa que produz de cinco mil a seis mil litros por ano - serve um dos quatro tipos do óleo em copinhos de café, para degustação, enquanto explica, em croata, as diferenças entre as azeitonas istarska bjelica, frantoio, leccino, bugla e crnica. Sem tradutor não dá para entender nem isso nem que as duas mil oliveiras usadas na produção estão num terreno entre 190 e 250 metros acima do nível do mar.


Ali por perto encontra-se Kaldir, um vilarejo de cerca de 80 habitantes que é a mais conhecida área vinícola da Ístria, concentrando 70% da produção de uvas para vinhos, em uma área de dez mil hectares no total. Dali saem, entre os tintos, merlots, cabernet sauvignons e barberas. Mas o mais vendido é o teran, com 11% de álcool. Entre os brancos, o mais popular é o malvasia, seguido do pinot branco e do muscat otonel. E também há o rosé croata, chamado de hrvatica.

Bons exemplares dessa produção local podem ser experimentados na Vinícola Benvenuti, herdada por dois irmãos que assumiram o negócio doméstico da família há sete anos e hoje produzem 50 mil garrafas por ano, de três tipos (60% malvasia, além de teran e muscat). Um dos irmãos, o economista Albert Benvenuti, recebe os grupos numa salinha para falar numa mistura de italiano e inglês) sobre os vinhos, armazenados em barris e tonéis que ficam num aposento anexo.


 
Circular pela Ístria é garantia de muitos outros bons programas. Em Visnjn (lê-se Vishinián)/Visignano, por exemplo, há um antigo observatório. Já entre Rovinj e Porec/Parenzo está o Limski Kanal/Lim Fiorde, um estreito canal de águas cor de esmeralda que invade a península e lembra um fiorde escandinavo.Entre gladiadores e manjubinhas

Maiores e mais importantes cidades da Ístria desde os tempos dos romanos, Pula/Pola e Porec/Parenza, assim como Rovinj, permanecem em posição de destaque na região. Mas, se no passado elas eram estratégicas para conquistadores, hoje são os turistas que as consideram assim. Desde a pré-História, Porec já tinha um porto, construído para pesca. Rovinj também tinha o seu. Agora, as três cidades têm pequenos aeroportos. E só Pula não tem estação de trem. Todas são paradas obrigatórias.

Cidade antiga na costa leste do Mar Adriático, Pula já era citada pelos gregos no século III a.C. É à beira-mar que está a sexta maior arena romana preservada do mundo. O anfiteatro, construído em pedra, entre 29 e 27 a.C., tem 132 metros de largura, 105 metros de comprimento e 32 metros de altura. As lutas de gladiadores, que atraíam até 23 mil espectadores há dois mil anos, foram substituídas por grandes espetáculos musicais. Uma vez na cidade, também vale visitar o Templo de Augustus (na atual Praça da República), a Basílica Maria Formosa e a catedral.

Em Porec - um assentamento desde o período neolítico (4000/1800 a.C.) e, mais tarde, peça-chave na colonização romana da Ístria - não dá para perder a Basílica de Euphrasius, do século IX, exemplo raro da arquitetura dos primórdios do cristianismo (e do período bizantino), com seus maravilhosos mosaicos. Patrimônio cultural da Unesco, ela é a única do gênero que sobrou após a Segunda Guerra Mundial.

Da mesma época são a Decumanus (rua principal) e a Cardo (perpendicular a ela), caminhos rumo ao passado, mas com lugar para lojinhas e para o curioso fast food Gust&Boje (um balcão instalado na janela de um prédio histórico), em que se pode provar o girice, a manjubinha local, pequeno peixe frito na hora que se come em porções servidas com molho tipo tártaro.Todos os caminhos levam à Ístria

 
Viajar para a Ístria é fácil e gostoso. Seja de carro ou de trem, vindo da Itália ou de Zagreb, a capital croata, as estradas são boas , a viagem é rápida e há ótimas opções para almoçar ou jantar em ambos os caminhos. Quem vem do país vizinho, por exemplo, pode ir de trem até Trieste (ou Trst, em croata) e, de lá, alugar um carro para seguir viagem. Em menos de duas horas atravessa-se um pequeno trecho da Eslovênia e chega-se à península. E sem dificuldades com o estranho idioma de poucas vogais e muitas consoantes: todas as placas identificam os caminhos e cidades também em italiano.


 
O melhor lugar para se fixar e conhecer o restante da região é Rovinj/Rovino. Mas vale fazer um pit stop em Umag/Umago (a 32km ao norte de Porec e a cerca de 58km de Trieste). Não exatamente por suas belezas, pois esta típica cidade medieval não é das mais bem preservadas. A pedida é parar na trattoria (ou konoba, na língua local) Nono, onde tudo é feito com alimentos produzidos pela família proprietária do local.

Num ambiente tipicamente italiano (ops, croata), pode-se experimentar pratos tradicionais, como o presunto e as salsichinhas artesanais da Ístria, assim como receitas à base de gado boscarino, típico da região. Inicie os trabalhos com a grappa local, que vem com mel (medica). E prove a fritada com trufas e/ou uma massa feita em casa com aspargos selvagens e trufas. De sobremesa, a torta Nona. Com sorte, alguma família croata (tão animada e barulhenta quanto as italianas) estará em festa, ao som de acordeons.

Já para quem vem de Zagreb, a melhor parada é Rijeka, cidade de 140 mil habitantes na região conhecida como Primorsko-goranska. Em frente ao pequeno porto de Volosko fica o restaurante Plavi Podrum, recentemente premiado com o Five Star Diamond Award, da American Academy of Hospitality Sciences (a Academia Americana de Ciências da Hospitalidade, sediada em Nova York), que existe desde 1949 para premiar excelência no campo das viagens, da gastronomia e dos produtos e serviços de luxo.

No restaurante - que botou a Croácia no mapa da boa comida quando foi incluído em uma lista de cem melhores restaurantes do mundo, em 2008 - come-se e bebe-se bem por preços accessíveis. Sua proprietária, a sommelier Daniela Kramaric Tariba, tem uma carta de vinhos com 250 opções para harmonizar com pratos como a indescritível salada de polvo com aspargos selvagens e morangos, que na realidade é um sorbet de morango com vodca.Caixinha de música croata

Linda e delicada como uma caixinha de música, não por acaso Varazdin - a cerca de 1h45m de Zagreb, de ônibus ou de trem - é conhecida como "a pequena Viena croata": centro musical (sede do já tradicional evento Tardes Barrocas, que acontece todo outono, desde 1971, atraindo centenas de turistas), cidade do barroco e das flores, seu bem preservado centro histórico guarda a riqueza acumulada em oito séculos.


 
São praças, igrejas, luxuosos palácios urbanos e até um cemitério que remetem ao período de dominação do Império Austro-Húngaro, como um museu a céu aberto. E cheio de vida, com suas charmosas lojinhas, bares com mesas nas varandas e feira de produtos típicos. Neste centro histórico que parece cenográfico de tão certinho, uma das visitas imperdíveis é ir ao castelo onde hoje funciona o museu local.Na capital, cafés e novos designers

Zagreb, a capital da Croácia e um dos pontos de partida para a Ístria, tem belezas óbvias, como o telhado reformado da Igreja de São Marcos (que mais parece bordado com os brasões de armas do país) e praças riscadas por trilhos de bonde. Mas seus edifícios centenários escondem, em galerias e jardins de inverno, tesouros que passam despercebidos dos turistas.
Um deles é a Prostor Store & Gallery (Mesnicka 5), loja de novos designers que lembra os primórdios da extinta Babilônia Feira Hype. Ao lado, fica o Titus Rock Club (Mesnicka 47), onde se pode ouvir música da melhor qualidade, ao vivo, em ambiente esfumaçado (é um dos únicos do país onde se pode fumar). E mais adiante o Cyber Funk Café (Masarykova 26), que vende sucos deliciosos, como o de pêra.



No café do Palace Hotel, espécie de Colombo local, a pedida é provar doces croatas como a tradicional torta Sacher (cuja receita, vienense, remonta ao século XVIII). Já no restaurante do Hotel Regente Esplanade - construído em 1925 para acomodar os passageiros do trem Orient-Express - a pedida é provar o famoso Strukli (pastel cozido ou assado, recheado com queijo da região de Zagorje).
Outro programa imperdível na cidade de 700 mil habitantes é tomar um café no Lemon, no pátio do Museu Arqueológico (Trg N. S. Zrinskog 19), entre réplicas das 460 mil peças guardadas no Palácio Vranyczany-Hafner. Vale entrar para conferir o livro de folhas de linho de Zagreb, o mais velho manuscrito preservado na língua etrusca.



Que tal?


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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Mais sobre a lista: "O Melhor do Mundo 2012" - National Geographic

Dica 2 da lista "O Melhor do Mundo 2012" - National Geographic.

Koh Lipe, Tailândia


Texto - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A ilha de Koh Lipe, na Tailândia, é uma boa alternativa à superfamosa praia de Koh Phi Phi, que ganhou fama no filme A Ilha, estrelada por Leonardo de Caprio. Para a National Geographic Traveler, Koh Lipe oferece aquilo que que chega mais perto do conceito de "praia perfeita", pois tem água cristalina, uma rica fauna marinha e é emoldurada por rochedos.




Dica 3 da lista "O Melhor do Mundo 2012" - National Geographic.

Dresden, Alemanha


Texto: Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/alemanha-dresden

A apenas 194 quilômetros de Berlim, é possível chegar a Dresden pela estrada (A13/A113), de trem ou avião. O aeroporto da cidade possui capacidade para atender vôos domésticos (http://www.dresden-airport.de/). 
Os sonhos megalomaníacos do príncipe Augusto, O Forte, fizeram de Dresden uma das cidades mais charmosas de toda a Alemanha. Foi ele quem mandou erguer, nos séculos 17 e 18, alguns dos monumentos mais glamorosos da arquitetura germânica, como o Zwinger, o Palácio Residenz e as igrejas de Frauenkirche e Hofkirche - que, por mais grandiosas que fossem, dificilmente o redimiriam das atrocidades que cometeu em vida. Até a condessa Anna Constantina de Cosel, com quem mantinha um caso, sofreu nas garras do amante, que a manteve encarcerada por 49 anos. Muito do que Augusto construiu, no entanto, veio abaixo durante a II Guerra. Alguns monumentos foram reerguidos décadas depois, mas vários outros acabaram sepultados para sempre. Ainda assim, Dresden faz jus ao título de Florença do Elba, devido ao farto conjunto de belezas artísticas e naturais que ganham um brilho todo especial no verão. Nessa época, a cidade se enche de graça – e de  turistas, que lotam a praia à margem direita do rio para tomar cerveja esticadões em uma espreguiçadeira, com direito a coqueiros, vôlei de praia e até telão ao ar livre. Essa nem Augusto imaginaria.
Alemão

Euro

Para curtir da praia do Rio Elba, nada melhor do que visitar a cidade no verão, em julho e agosto. Por outro lado, no Natal, com a cidade coberta de neve e enfeitada pelas luzes natalinas, há uma intensa programação de concertos e shows que tornam a visita imperdível.

Não é necessário.



E que tal unir o útil ao agradável em um curso na Tailândia ou na Alemanha?

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Islândia... para sair do comum!

Dica 1 da lista "O Melhor do Mundo 2012" - National Geographic.

Um destino ainda pouco explorado.

Texto - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Islândia (islandês: Ísland AFI: [ˈislant]) é um país nórdico insular europeu situado no Oceano Atlântico Norte. O país possui uma população de cerca de 320 000 habitantes e uma área total de 103 000 km². Sua capital e maior cidade é Reiquiavique, cuja área metropolitana abriga cerca de dois terços da população nacional. Localizada na Dorsal Meso-Atlântica, a Islândia é muito ativa vulcânica e geologicamente, o que define sua paisagem. O interior é constituído principalmente por um planalto caracterizado por campos de areia, montanhas e geleiras, enquanto vários grandes rios glaciais correm para o mar através das planícies. Aquecida pela corrente do Golfo, a Islândia tem um clima temperado em relação à sua latitude e oferece um ambiente habitável.
Aurora boreau (lindíssima)

A Islândia é uma economia de livre mercado com baixos impostos em comparação com outros países da OCDE. A cultura islandesa é baseada no patrimônio das nações nórdicas e no seu estatuto como uma sociedade desenvolvida e tecnologicamente avançada. A herança cultural do país inclui a cozinha tradicional islandesa, a poesia e as Sagas islandesas medievais. Nos últimos anos, a Islândia se tornou uma das nações mais ricas e desenvolvidas do mundo. Em 2007, o país foi classificado como o mais desenvolvido do mundo pelo Índice de Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas e com o quarto maior PIB per capita do planeta. Em 2008, entretanto, o sistema bancário do país falhou, causando contração econômica significativa e agitação política que levaram à antecipação das eleições parlamentares fazendo de Jóhanna Sigurðardóttir a nova Primeiro-Ministra do país.

banho nas fontes termais

A Islândia está localizada no norte do Oceano Atlântico, um pouco ao sul do Círculo Ártico, que passa pela pequena ilha de Grímsey na costa norte islandesa. Diferentemente da Gronelândia, a Islândia é considerada parte da Europa e não da América do Norte, embora geologicamente a ilha pertença a ambos os continentes. Devido a semelhanças culturais, econômicas e lingüísticas, a Islândia é muitas vezes incluída na Escandinávia. Os territórios mais próximos são a Gronelândia (287 km) e as ilhas Feroé (420 km). A distância mais curta em relação ao resto do continente europeu propriamente dito é de 970 km até a Noruega.

A Islândia é a 18ª maior ilha do mundo em tamanho, e a segunda maior ilha da Europa, atrás somente da Grã-Bretanha. O país tem 103 000 km² de área, do qual lagos e glaciares cobrem 14,3% e somente 23% é coberto por vegetação.
A costa islandesa é repleta de fiordes, e é também na costa que a grande maioria das cidades estão localizadas, porque no interior da ilha além de muito frio, a combinação entre areia e montanhas o torna inabitável. As principais cidades são Reiquiavique, Kópavogur, Hafnarfjörður, Reykjanesbær, onde se encontra o aeroporto internacional, e Akureyri. A ilha de Grímsey, no Círculo Ártico, possui as habitações mais setentrionais da Islândia.
Reykjavik (capital)

Geologicamente, a ilha da Islândia é bastante nova. A Islândia está localizada em um ponto quente geológico causado pela pluma mantélica, e também na dorsal meso-atlântica, que passa exatamente sob o solo da ilha. Esta combinação significa que, geologicamente, a ilha é extremamente ativa, tendo assim muitos vulcões, entre eles o Hekla, o Eldgjá e o Eldfell.
O clima da costa da Islândia é oceânico. A corrente quente do Atlântico Norte garante temperaturas anuais mais altas que em outros locais do mundo de mesma latitude. Os invernos são amenos e ventosos e os verões úmidos e frescos. Regiões com clima similar incluem as ilhas Aleutas, o Alasca e Terra do Fogo embora essas regiões sejam mais próximas da linha do equador. Apesar da proximidade da ilha com o Ártico, seu litoral mantém-se descongelado durante o inverno, sendo raras as ocasiões de gelo. A ilha possui algumas variações climáticas em suas diferentes partes. Em termos gerais, a costa sul é mais quente, úmida e ventosa que o norte. As terras baixas no interior da parte norte são as mais áridas. A precipitação de neve é mais comum no norte do que no sul. As terras altas são as partes mais frias do país.

(Iceland)

A língua oficial da Islândia é o islandês, uma língua germânica que descende do nórdico antigo. O islandês sofreu menos mudanças em relação ao nórdico antigo do que outras línguas nórdicas, preservando mais inflexões verbais e nominais, e também criando novas palavras a partir de raízes nativas, evitando o estrangeirismo. Atualmente, é a única língua viva a utilizar a letra rúnica Þ. O idioma mais próximo ao islandês é o feroês.

Existem muitos géiseres na Islândia, incluindo o Geysir, do qual o nome da palavra é derivado.


O inglês é extensamente falado e a maioria dos islandeses falam em um nível quase nativo. O dinamarquês também é muito falado entre a população. Estudar essas línguas faz parte do programa escolar obrigatório da Islândia. Outros idiomas falados são o alemão, o norueguês e o sueco.
A maioria das comidas tradicionais da Islândia é servida de peixe, carneiro e laticínios. Þorramatur é a comida nacional. Consiste de vários pratos, sendo usualmente consumido no mês de Þorri, no calendário nórdico.
A dieta islandesa hoje em dia é muito diversa, englobando a culinária de diversos lugares do mundo. O pequeno almoço (café-da-manhã) típico inclui pães (tais como o Laufabrauð), cereais e frutas. Assim como em outras sociedades ocidentais, restaurantes de fast-food são muito populares.



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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

National Geographic seleciona melhores destinos para visitar em 2012

Guatemala, Panamá e Islândia estão na lista; Brasil ficou de fora
por Marcela Puccia Braz
Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE
A National Geographic Traveler Magazine elegeu 20 destinos que compõe “O Melhor do Mundo 2012”, lista dos locais mais interessantes para serem visitados ano que vem. A seleção da revista contemplou desde montanhas na Croácia às praias da Tailândia. Confira abaixo a seleção completa:

Islândia
Koh Lipe, Tailândia
Ístria, Croácia
Colômbia (norte)
Vulcões Virunga, Ruanda, Uganda e Congo
Costa Brava, Espanha
Muskoka, Canadá
Omã
Guatemala
Sri Lanka
Grécia
Belfast, Irlanda do Norte
Nova Zelândia
Panamá
Peru
Pitsburgo, Estados Unidos
Mongólia

Fiquem ligados pois falaremos um pouquinho mais de alguns dos destinos acima, nos posts a seguir!

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Uh la la... Paris - Queijo, Vinho e Lafayette


Tour de ônibus
Quando a gente chega num lugar novo nada melhor do que fazer um city tour para dar uma idéia geral, se localizar! Um sightseeing é perfeito porque podemos parar e descer nos pontos turísticos e pegar outro ônibus em seguida, com o passe, durante 48hs. Passeie pelos principais pontos turísticos de Paris, para conhecer bem  a cidade mais linda do mundo!

Tour de bicicleta
Para quem adora novidades e quer ver Paris com outros olhos... Já imaginou que delícia sair pedalando à noite? Curtir  a cidade iluminada, e para os que nunca foram; descobrir a cidade luz de um jeito todo especial, com guia passeando pelos principais pontos turísticos como: Notre Dame, pela beira do Rio Sena, Torre Eiffel, até tomar sorvete na Berthillon, o melhor do mundo! Geralmente, saídas às 18h ou 19h.

VELIB - Aluguel de Bicicletas           
Que delícia pedalar por Paris, curtir seus jardins, sair  num dia de sol, o ventinho da bicicleta, muito bom.! A nova mania de Paris, começou dia 15/Julho/2007 com 10.000 bicicletas, projeto da Prefeitura, espalhadas em pontos pela cidade. Para alugar uma bicicleta fazemos um cartão na máquina, (1 por pessoa) pagando com cartão de crédito. Aí é só pegar sua Velib e sair por aí e devolve-la não importa em qual estação. Os primeiros 30 minutos são grátis. Não é permitido andar nas calçadas e sim nas ciclovias e ruas. Convém tomar um pouquinho de cuidado com os motoristas franceses. Tarifas a partir de 1 euro.

Torre Eiffel
Um dos monumentos mais visitados em todo o mundo, a Torre Eiffel é o principal cartão postal de Paris. Possui 324 metros de altura e foi erguida por Gustave Eiffel em 1889, como principal atração da Exposição Universal de Paris.

Notre Dame
A catedral de Notre Dame é um marco da peregrinação do mundo medieval desde o séc. XII. Em frente está a cripta que guarda as primeiras pedras de Paris, do tempo dos romanos.

Place de la Bastille
Erguida no local em que funcionava a antiga prisão política do Império Francês. Hoje é um importante ponto turístico de Paris, palco de diversos shows e eventos culturais.

Champs Elyseés
Tendo como ponto de partida o Arco do Triunfo, um dos principais marcos da cidade de Paris, o Boulevard mais chique e caro da cidade, é uma avenida larga e movimentada, rodeada de edifícios históricos. No fim do ano, as luzes de Natal proporcionam um espetáculo a parte.

 
Arco do Triunfo
Arc de Triomphe é um monumento construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte. A obra tem gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.

Place de la Concorde
O local onde o Rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados, hoje é um importante ponto turístico de Paris.

Museu do Louvre
É o mais famoso de Paris. Foi sede da Corte Francesa desde o Séc. XIII. Hoje abriga um acervo valiosíssimo de obras de arte de vários gêneros e épocas. Recentemente foi construída uma moderna pirâmide ao lado do prédio principal, que gerou uma grande polêmica entre os franceses.

Quartier Latin
Reduto dos estudantes e intelectuais de Paris, abriga os dois boulevares preferidos da boemia francesa, Saint Michel e Saint Germain, repletos de bistrôs e cafés.

Sorbonne
Ainda no Quartier Latin, a Sorbonne é uma das mais antigas e respeitadas universidades do mundo, que inspirou a causa revolucionária de tantos estudantes, após a revolução de 1968.

Palácio de Versailles
Maravilhoso! Próximo a Paris, a sede da sofisticada corte de Luis XV, é um dos palácios mais ricos do mundo, e mostra até onde o luxo e a ostentação chegaram na França pré-revolucionária.

Montmartre e Sacre Coeur
O Montmartre é um dos lugares mais poéticos de Paris. Das escadarias da Basílica de Sacre Cour tem-se a melhor vista da cidade.
Pigalle
Berço dos cabarés e prostíbulos parisienses, o Pigalle preserva um ar decadente e hoje concentra a vida noturna da juventude de Paris, com suas danceterias.

Galeries Lafayette
Shopping fantástico, maravilhoso. Lindo, lindo! Mesmo para quem não vai fazer compras, compensa conhecer a famosa “loja de departamento francesa”.


Les Invalides
O Hôtel National des Invalides, ou Palácio dos Inválidos, é um enorme monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Hoje em dia, continua acolhendo os inválidos, mas é também uma necrópole militar e sede de vários museus. Entre as personalidades ilustres lá sepultadas encontra-se Napoleão Bonaparte, assim como o coração de Sébastien Le Prestre de Vauban, ilustre arquiteto militar francês.

Hotel de Ville
Significa "câmara municipal". Alberga as instituições do governo municipal de Paris. A sua arquitetura é da época renascentista, período em que sofreu uma grande remodelação por obra do arquiteto italiano Domenico da Cortona, dito Boccador. Foi ainda totalmente reconstruido depois de um incêndio em 1871, mantendo o aspecto original.

Place Vendôme
A praça é típica do urbanismo clássico francês. Em seu centro, encontra-se a coluna Vendôme. Esta é uma das praças de Paris mundialmente célebre.

Le Panthéon
O Panteão de Paris é um monumento em estilo neo-clássico situado no monte de Santa Genoveva. À sua volta dispõem-se alguns edifícios de importância, como a igreja de Saint-Étienne-du-Mont, a Biblioteca de Santa Genoveva, a Universidade de Paris-I (Panthéon-Sorbonne), a prefeitura do 5.º arrondissement e o Liceu Henrique IV. Da rua Soufflot consegue-se uma perspectiva favorável do Panteão, a partir do Jardim do Luxemburgo.

Opera de Paris
É uma instituição musical, sucessora da fundada em Paris por Luís XIV em 1669 com o nome de "Academia Real de Música" (Académie Royale de Musique). É uma das mais antigas instituições do gênero do mundo.

Palais Royal
É um palácio e jardim localizado próximo do Ier arrondissement de Paris. Em frente à ala norte do Louvre, o seu famoso pátio (cour d'honneur) delimitado por colunas (desde 1986 contendo obras de arte de Daniel Buren) enfrenta Place du Palais-Royal, a qual foi bastante ampliada pelo Barão Haussmann, depois da abertura da Rue de Rivoli por Napoleão.

Passeios de Barco pelo rio Sena
Há diversas companhias fazendo passeios de cerca de uma hora, alguns com jantar incluído. Uma boa opção para ver a cidade enquanto se descansa as pernas.

Passeios de Balão
A coisa mais linda do mundo! Imagine voar num balão pelo Vale do Loire, com um ventinho gostoso, sobrevoando os castelos de contos de fadas e seus jardins maravilhosos... Paisagens de sonho!Isto é possível noa arredores de Paris, a 250 Km em Tours, faça sua reserva pelo site! Balão de ar quente que em francês é: montgolfiére. Informações no site do Air Magic Loire Valley ou ainda, na recepção do seu hotel. Imperdível!!

Metrô- RER –Ônibus
Prático quando se quer ir bem longe, ou fugir do frio, os trens são seguros, modernos e algumas estações são lindas, como a do Louvre! Funciona das 5:30 da manhã à meia-noite. Fique com seu bilhete à mão, pois às vezes é preciso mostrá-lo ao inspetor, ou nas catracas de saída, como no Brasil. Tanto o Metrô como o RER (Réseau Express Regional) são operados pela RATP (Régie Autonome des Transports Parisiens).

Taxis
Evite o táxi durante o dia, particularmente durante a manhã até às 11:00 horas e no final da tarde, das 16:00 as 20:00 h. As ruas estão engarrafadas e tomar o taxi nesses períodos é garantia de ver o taxímetro rodar sem sair do lugar. Pegue o metrô, mais barato e mais rápido. Ou melhor: ande a pé ou alugue uma bicicleta para não perder nem um segundo a cidade mais linda do mundo.

**Ingressos nos Museus: DICA: Paris Museum Pass
Com o passe Paris Museum você entra livremente e sem filas, quantas vezes quiser em mais de 60 museus e monumentos em Paris e ao seu redor.
O passe possui três versões:
- 2 dias consecutivos;
- 4 dias consecutivos;
- 6 dias consecutivos;
Lista dos museus e monumentos abrangidos pelo passe:
AQUI
O Paris Museum começará a valer a partir do momento que você escrever seus dados e o dia na contracapa do passe.
Você pode comprar o Paris Museum Pass nos centros de informações turísticas - nos aeroportos, por exemplo -, nas Fnac e em museus participantes.
** Subida à Torre Eiffel não está incluída, assim como uma série de atrações privadas, como a Torre Montparnasse, a torre de La Défense ou os bâteaux-mouches.
** Não se esqueçam que alguns lugares fecham na segunda (Versalhes); outros, na terça (Louvre).
Consulta de preços e maiores informações: http://www.parismuseumpass.com/fr/home.php

Comer na França
Lyon é  base para alguns dos maiores superstars culinaristas, como Alain Ducasse, nomes de destaque até para os não gourmets.
Ao mesmo tempo, a cidade tem até mais restaurantes, onde você pode curtir refeições menos sofisticadas e caras, mas ainda memoráveis, de restaurantes aconchegantes dos arredores.
A seguir há dez proeminentes, velhos e novos, exorbitantes e econômicos, em ordem alfabética: (tirado do http://br.franceguide.com/Os-melhores-lugares-para-se-comer-em-Paris.html?NodeID=1&EditoID=199982)


Alain Ducasse no Plaza Athénée 
25, Avenue Montaigne - 8º distrito
Tel: 33.01.53.67.65.00
www.plaza-athenee-paris.com/restaurants_bars/alain.html 
Crémerie-Restaurant Polidor41, Rue Monsieur le Prince - 6º distrito
Tel: 33.01.43.26.95.34
http://restaurantpolidor.info

Dans le Noir?51, Rue Quincampoix - 4º distrito
Tel: 33.01.42.77.98.04
www.DansLeNoir.com
Dominique Bouchet11, Rue Treilhard - 8º distrito
Tel: 33.01.45.61.09.46
www.dominique-bouchet.com/uk/navigation.htm  
La Coupole 102, Boulevard du Montparnasse - 14º distrito
Tel: 33.01.43.20.14.20
www.flobrasseries.com/coupoleparis/en   
L’Astrance4, Rue Beethoven - 16º distrito
Tel: 33.01.40.50.84.40  
Les AmbassadeursNo Hôtel de Crillon
10, Place de la Concorde, 8º distrito
Tel: 33.01.44.71.16.16
www.crillon.com/crillon.html
Mon Vieil Ami69, Rue Saint Louis en l’Île, Île Saint Louis - 4º distrito
Tel: 33.01.40.46.01.35
www.Mon-Vieil-Ami.com
Music Hall63, Avenue Franklin Roosevelt - 8º distrito
Tel: 33.01.45.61.03.63
www.Music-HallParis.com/Parisian-Restaurant.htm
Pierre Gagnaire6, Rue Balzac - 8º distrito
Tel: 33.01.58.36.12.50
www.Pierre-Gagnaire.com  

Bon voyage !

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